Arquitetura Pública

Datável de finais do século XV-inícios do XVI, a denominada Fonte Manuelina encontra-se, desde há muito, desativada. Hoje, a sua estrutura arquitetónica subsiste parcialmente soterrada e embutida em parede de edifício contíguo, deixando antever uma tipologia similar à da Fonte Velha, na Cabrela.

A atual fonte dos Pisões foi erigida pela Comissão de Iniciativa de Turismo de Sintra, em 1931, e substituiu anterior tanque, com cronologia remontável, pelo menos, à era de quinhentos, subsistindo a memória documental de ali se terem efetuado trabalhos de beneficiação já em 1651, aquando da visita de D. Luísa de Gusmão a Sintra: «Fontes — Item Com os oficiais E trabalhadores q Consertarão a fonte (...) dos pisões E a limparão».

À entrada do campo de Seteais patenteia-se pequeno fontanário integrado em edifício. De conceção romântico-revivalista, o fontanário é da autoria de José da Fonseca e foi realizado em 1915.

O Hotel Central, situado em plano centro histórico da vila de Sintra, é uma construção de finais do século XIX, de fachada principal virada para a Praça da República, tendo na sua proximidade a Nordeste o Palácio Nacional de Sintra e a Sul, o edifício do Café Paris, adossado, comunicando-se pelo seu interior.

A Fonte dos Ladrões, cuja designação se prende com antiga mas não confirmada tradição, segundo a qual eram frequentes os assaltos naquele sítio, constitui um monumento de cronologia incerta. De facto, este elegante e singelo fontanário foi devolvido à sua primitiva estrutura aquando do restauro efetuado, em 1988, pela Câmara Municipal de Sintra.

O Hotel Costa, de arquitetura vernacular, terá sido construído no século XIX com a fachada principal do edifício que dá acesso ao interior através de um pequeno pátio, virada a NE para a Praça da República, junto da Igreja de São Martinho. O edifício é composto por quatro pisos e coberto por telhado de duas águas, terminadas em mansarda.

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